Constelar - Última edição Astroletiva

ISSN 1808-9895

Página inicial

Busca

Edição atual

Edições anteriores

Índice por autor

Cadastro

Banco de imagens

Cursos

Agenda de eventos

Galeria de painéis

Conselho editorial

Conselho consultivo

Livros

Lançamentos e dicas

Resenhas

E-books

Links para:

- Outras revistas online;

- Departamentos de pesquisa e pós-graduação;

- Artigos que trabalham
imagens e narrativas noutras publicações;

- Sites diretamente envolvidos com a produção dos temas de imagens e narrativas.

 

 

Edição 8 - abril de 2009

Imagens da capa: Barbarella (Jane Fonda, no filme de Roger Vadin), Hagar, o horrível, mausoléu do cemitério de São José, trecho de "Mauss", de Art Spiegelman.

 

 


Clique para ver em 600 X 850 pixels

 

 

 

 

 

 

Simplificando... - Ler o editorial
Carlos Hollanda

 

 

1- O ensino de História Medieval pelos quadrinhos.

Johnni Langer
Pós-Doutor em História pela USP
Professor adjunto em História Medieval na UFMA
e-mail: johnnilanger@yahoo.com.br

 

Resumo:
O presente artigo relaciona algumas propostas metodológicas para a aplicação das histórias em quadrinhos com temática medieval no ensino. Também elencamos algumas indicações de uso temático e reflexões críticas sobre as representações sobre o medievo em alguns quadrinhos disponíveis em português e francês.

Palavras-chave:
Ensino de História; Idade Média; Histórias em Quadrinhos; História e imagem


2- Barbarella invade os cinemas: cultura, política e sociedade nos anos sessenta.

Charles Sidarta Machado Domingos
Mestre em História pela UFRGS,
csmd@terra.com.br

 

Resumo:
Este artigo aborda os reflexos de alguns elementos da “cultura de pós-guerra” presentes no filme Barbarella, de Roger Vadim. Nossas fontes são, além do filme em questão, a mídia impressa, em especial, os jornais Folha da Tarde, Correio do Povo e Zero Hora. Através desses jornais, pretendemos recuperar alguns fenômenos característicos dos anos sessenta presentes na película, além das repercussões havidas na capital do Rio Grande do Sul naquela mesma conjuntura.

Palavras-chave:
História – Barbarella – Guerra Fria – Cultura de pós-guerra – anos sessenta – 1968


3- Memória e HQ: a representação do anti-semitismo nas Histórias em Quadrinhos.

Odilon Caldeira Neto
Mestrando em História pela UEM – Universidade Estadual de Maringá
odi1984@gmail.com

 

Resumo:
O presente artigo tem por finalidade observar e tecer uma breve análise acerca da produção de Histórias em Quadrinhos voltadas à temática do anti-semitismo. Com isto, espera-se notar como se dá o momento chave para o surgimento destas, além de sua organização e a importância destas no processo de construção e manutenção da memória.

Palavras-chave:
Memória, Anti-Semitismo, Graphic Novels, História em Quadrinhos


4- A imagem do tropeiro na poesia gauchesca através de obras dos poetas: Aureliano de Figueiredo Pinto, Florisbela Carneiro Zimmermann e Guilherme Collares.

Egiselda Brum Charão
Acadêmica do Curso de História
da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

 

Resumo:
Este texto procura analisar as representações do tropeiro na poesia gauchesca a partir de obras de Aureliano de Figueiredo Pinto, Florisbela Carneiro Zimmermann e Guilherme Colares, em contraponto com contexto no qual o autor estava inserido no momento da criação poética. Levou-se em conta nesta abordagem, a possibilidade de pensar a literatura e sua relação com a história segundo os princípios teóricos de Roger Chartier e Sandra Jatay Pesavento.

Palavras-chave:
tropeiro, poesia, literatura


5- CEMITÉRIO MUNICIPAL SÃO JOSÉ: Símbolos e Imagens Funerárias.

Silvia Danielle Schneider
Graduada em História/UEPG
silviaschneider15@yahoo.com.br

Dr. Roberto Edgar Lamb
Professor do Departamento de História/UEPG

 

Resumo:
Esta pesquisa investigou as atitudes diante da morte, em Ponta Grossa, tomando como referencial as representações simbólicas presentes na escultura tumular. As fontes documentais foram mausoléus e túmulos, os quais datam de fins do século XIX e início do século XX, localizados no Cemitério Municipal São José. Após a classificação dos jazigos, foram tiradas fotografias, focalizando a escultura tumular. Posteriormente, foi realizada a análise dos símbolos, percebendo que as representações não se referem exclusivamente a morte, mas em muitos casos ao contrário, a vida é evocada através de imagens que fazem alusão a ressurreição, a vida eterna, percebendo-se que a busca e a esperança é que uma nova vida surja após da morte. Por esta razão, nota-se a relevância dos estudos sobre estas formas de representação, por revelarem alguns aspectos sobre a sociedade em que estavam inseridas, e também, para que as fontes imagéticas possam assumir uma maior importância nas pesquisas históricas e de outras ciências.

Palavras-chave:
Imagem, Símbolo, Morte


5- Símbolos nos cemitérios de Taquara.

Egiselda Brum Charão
Acadêmica do Curso de História
da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

 

Resumo:
Os cemitérios são fontes para a reconstrução do passado, pois viabilizam a compreensão
das relações sociais que se desenvolvem continuamente dentro de determinado grupo
social. Partindo dessa premissa este texto tem por finalidade refletir sobre manifestações
encontradas nos campos santos da cidade de Taquara/RS expressas na arte e na
simbologia analisando suas elaborações e adequações culturais através do tempo.

Palavras-chave:
Imagem, Símbolo, Morte


6- O Absolutismo e a formação dos Estados Nacionais.

Wellington José Campos
Professor de História da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais. Especialista em História e Culturas Políticas pela Universidade Federal de Minas Gerais

 

Resumo:
Este artigo é parte integrante de um trabalho surgido da necessidade de compreender a importância da obra Linhagens do Estado Absolutista, de Perry Anderson, na historiografia marxista contemporânea através da concepção da formação dos Estados Absolutistas. Tal obra propicia uma ampla compreensão das monarquias absolutistas, apresentando-se como uma análise marxista do absolutismo, partindo das suas características gerais e particulares, ou seja, uma análise do Estado Absolutista em aspecto teórico e sua efetiva forma de desenvolvimento nos países europeus.
O artigo tem em vista a discussão acerca do conceito de absolutismo, vendo como vários autores de diversas correntes compreendem esta temática.
.

Palavras-chave:
Absolutismo, Estados Nacionais, Poder Absolutista


7- O Monopólio estatal do petróleo no Brasil: a criação da Petrobrás.

Wladmir Tadeu Silveira Coelho
Mestre em Direito, Historiador,
Conselheiro da Fundação Brasileira de Direito Econômico

 

Resumo:
Um estudo sobre modelo político que levou à criação da Petrobras e o processo de legitimação da exploração petrolífera no Brasil. O estabelecimento do oligopólio no setor petrolífero, apresenta-se como principal elemento para fundamentação do discurso nacionalista na defesa da intervenção do Estado como forma de garantir a criação de uma política econômica para a energia.

Palavras-chave:
Petróleo, oligopólio, política, nacionalismo, política econômica


8- A Literatura e a filosofia de Simone de Beauvoir.

Márcia Regina Viana
Doutora em Filosofia pela UGF
marciafilo@yahoo.com.br

 

Resumo:
A importância de Simone de Beauvoir reside no fato de ela ser uma filósofa-escritora, isto é, possui a singular característica de introduzir e discutir conceitos filosóficos em suas narrativas literárias. Servindo-se de personagens fictícios, Beauvoir demonstra seus conceitos, transformando a narrativa em discurso filosófico. Na fórmula textual a filósofa cria as características ônticas próprias para discutir ontológicamente o conceito.

Palavras-chave:
Literatura, filosofia, existência, romance, metafísica, sujeito, objeto.



Resenha: FESTAS IMPERIAIS E REPRESENTAÇÕES CÍVICAS NAS MINAS GERAIS OITOCENTISTAS
CHAMON, Carla Simone. Festejos Imperiais: Festas Cívicas em Minas Gerais (1815 – 1845). Bragança Paulista: EDUSF, 2002.

Juniele Rabêlo de Almeida
Doutoranda em História Social /USP; Professora do Centro Universitário Newton Paiva/MG.
junielerabelo@gmail.com


Thábata Araújo de Alvarenga
Doutoranda em História Social /USP; Professora do Centro Universitário Newton Paiva/MG.
thalv@yahoo.com.br

Cláudio Ribeiro Júnior, Felipe Terra,
Joyce Machado, Marivaldo Gomes, Sebastião Alves.
Graduandos em História, Centro Universitário Newton Paiva/MG; integrantes do Grupo de Estudos “Festas Imperiais” coordenado pelas professoras Juniele de Almeida e Thábata Alvarenga.

 

Resumo:
Na obra Festejos Imperiais, Carla Simone Chamon, doutora em Educação e mestre em História pela Universidade Federal de Minas Gerais, apresenta à historiografia brasileira uma análise das festas políticas, ou cívicas, celebradas em Minas Gerais, no período de 1815-1845. O texto publicado pela Editora da Universidade São Francisco, na coleção Estudos CDAPH, série Historiografia, foi originalmente apresentado como dissertação defendida no Mestrado em História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. Ao longo dos quatro capítulos que constituem o livro, a autora apresenta-nos o eixo temático através do qual (...)

 

Cadastre seu e-mail em nosso boletim informativo e receba em primeira mão os avisos de atualização.

2007, História, imagem e narrativas.