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imagens e narrativas noutras publicações;
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de imagens e narrativas.
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Edição
7- outubro de 2008
Imagem
da capa: Montagem de Carlos Hollanda: "A Modernidade
no Liquidificador".
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1-
Identidade-Diferença
na contemporaneidade – uma visão pós-moderna.
Any Leal Ivo
Doutoranda do Programa de Pós-graduação em
Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia - PPGAU
anybivo@hotmail.com
Fábio Velame
Doutorando do Programa de Pós-graduação em
Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia - PPGAU
Fabio.velame@hotmail.com
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Resumo:
Tendo como referencia os autores o STUART HALL e ZYGMMUNT BAUMAN
esse texto objetiva abordar a questão da identidade na atualidade,
trançando os motivos que levam à relevância
dessa temática nos discursos e produções contemporâneas.
Ademais, busca demonstrar a transposição dessa temática
– a questão da identidade ou, podemos dizer da diferença
- ao campo do pensamento urbanístico e da cidade enquanto
representações das relações humanas.
Para tanto, terá como suporte além das obras desses
autores, outras perspectivas que auxiliam o enfrentamento dessa
temática: Heidegger, Nietzsche, Deleuze, são alguns
dos autores que nos permitem enfrentar o desafio de pensar a Identidade-diferença
hoje. No campo urbanístico abordaremos os escritos de autores
como Otilia Arantes, Rem Koolhaas, Jane Jacob entre outros.
Palavras-chave:
Identidade, Diferença,
Urbanismo, Cidade, Modernidade e Pós modernidade
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2-
Para
além do imaginário cientificista:
Um caso de diálogo entre história e psicologia social.
João Gilberto
da Silva Carvalho
Doutorando, Psicologia – PPGP/UFRJ
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Resumo:
o artigo faz uma reflexão acerca dos pontos de contato entre
a teoria das representações sociais e a história.
O rompimento do paradigma científico clássico tem
permitido a aproximação entre as ciências e
o surgimento de novas e arrojadas perspectivas de trabalho. Há
temas que demandam aportes transdisciplinares, como é o caso
de análises sobre identidade, imaginário, modernidade,
entre outros. Em nosso trabalho, o diálogo tem se mostrado
promissor e mais uma possibilidade de alargamento de campo à
teoria das representações sociais, que tem produzido
pesquisas em áreas tão distintas, como a educação,
a saúde, entre outras.
Palavras-chave:
Palavras-chave: representações
sociais, identidade, imaginário
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3-
Uma
história sem história: considerações
sobre o feminino.
Regina Moura
Mestre em Artes Visuais EBA/UFRJ
professor EBA / UFRJ
reginamoura3@yahoo.com.br
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Resumo:
Este trabalho propõe um olhar sobre o feminino na cultura
ocidental, nesse sentido aborda aspectos da trajetória das
mulheres, seu papel social e as relações de poder
geradas e impostas pelo sistema patriarcal. O objetivo é
discutir a desvalorização prática e simbólica
do sujeito feminino no contexto histórico, o lugar ocupado
pelas mulheres à margem da sociedade e a possível
conquista de um território e uma identidade.
Palavras-chave:
História das mulheres,
relações de gênero, espaço feminino
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4-
“Do
you Love me?” – uma cartografia do outro.
Aline Amsberg de
Almeida
Mestranda UNICAMP/IEL
alineamsberg@gmail.com
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Resumo:
No presente artigo, analiso o conto “Do You Love Me?”, do australiano
Peter Carey, no qual ocorre a desmaterialização de
regiões geográficas, elementos da cidade e corpos
dos personagens. Fundada no fato de que, no conto, alguns corpos
desaparecem diante dos olhos dos outros, e no papel dos cartógrafos
na cidade onde a história ocorre – enfatizado na narrativa
–, busco unir a cartografia geográfica à “cartografia
do outro”, que proponho como possibilidade de leitura. Baseada nas
leituras de Paul Virilio, Gilles Deleuze e Katherine Hayles, teço
um paralelo entre a “desrealização do real” sugerida
por Virilio e os corpos desmaterializados no conto.
Palavras-chave:
Corpo – Cartografia – Peter Carey
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5-
Cemitério
Municipal São José: um espaço da Egiptomania
em Ponta Grossa
Maura Regina Petruski
Prof. Dr.de História Antiga da Universidade Estadual de
Ponta Grossa
e-mail: mpetruski@uol.com.br
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Resumo:
A egiptomania se desenvolveu inicialmente em território europeu
espalhando-se, gradativamente, para outros continentes. Trazendo
em seu bojo a re-significação da cultura egípcia,
esse trabalho procura mostrar a presença dessa perspectiva
cultural no espaço cemiterial na cidade de Ponta Grossa.
Palavras-chave:
egiptomania, cultura egípcia,
cemitério e arte cemiterial
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6-
Ilarilariê
(ô, ô, ô): Um disco da Xuxa e a análise
de valor.
Leonardo Napp
Historiador pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrando
do Programa de Pós-Graduação em Museologia
e Patrimônio UNIRIO/MAST, bolsista FAPERJ - Fundação
Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio
de Janeiro, pesquisador do Núcleo de Pesquisa Arqueológica
da UFRGS – NUPArq/UFRGS; leonapp@gmail.com
Mário Ferreira de Pragmácio Telles
Advogado no Programa de Especialização em Patrimônio
– PEP do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional – IPHAN/LACED/MN/UFRJ, mestrando do Programa de Pós-Graduação
em Museologia e Patrimônio UNIRIO/MAST e membro do grupo
de pesquisa em Direitos Culturais da Universidade de Fortaleza-
UNIFOR; mpragmacio@gmail.com
Michel Platini Fernandes da Silva
Historiador pela Universidade Estadual do Ceará, mestrando
do Programa de Pós-Graduação em Museologia
e Patrimônio UNIRIO/MAST, bolsista FAPERJ - Fundação
Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio
de Janeiro; m.platini@gmail.com
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Resumo:
Este artigo tem o objetivo de trabalhar questões relativas
à problemática do valor na constituição
do patrimônio cultural, a partir da análise de um disco
da cantora Xuxa. Tais reflexões se fazem sob três diferentes
aspectos: o primeiro consiste na investigação da relação
homem-natureza e a produção de artefatos; o segundo
investiga o processo discursivo dos objetos e sua representação
simbólica; o derradeiro analisa os critérios e valores
utilizados na proteção legal do patrimônio cultural
brasileiro.
Palavras-chave:
Patrimônio cultural, artefato,
discurso
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7-
Uma
outra festa para a Porto Alegre do século XIX: modernidade
e carnaval.
Caroline PereiraLeal
Mestre em História pelo PPG/PUCRS/CNPq.
carolpleal@yahoo.com.br
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Resumo:
O presente artigo tem como objetivo fazer uma análise acerca
dos discursos sobre a modernidade veiculados pelos jornais que circulavam
na capital da Província do Rio Grande. A partir do último
quartel do século XIX, implementou-se uma nova forma de se
brincar o carnaval em Porto Alegre: os préstitos e bailes
promovidos pelas Sociedades Carnavalescas. Através desse
novo carnaval, pretendia-se reformar a cidade – física e
moralmente – para inseri-la no patamar das grandes metrópoles.
Como esse discurso aparecia na imprensa da capital e era passado
para a população da cidade?
Palavras-chave:
Modernidade. carnaval. Cidade
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8-
Nascido
em 11 de setembro: opiniões políticas de leitores
do Capitão América em 2003.
Jefferson Luis Ribas
de Oliveira
Mestrando em história – UNIOESTE – pesquisador do Centro
de Estudos em História da Leitura, do Livro e da Biblioteca
(CEHBIB / UEPG)
Cláudio DeNipoti
Doutor em História, professor Associado do departamento
de história da UEPG, coordenador do Centro de Estudos em
História da Leitura, do Livro e da Biblioteca (CEHBIB /
UEPG)
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Resumo:
Este artigo estuda as formas como os leitores de histórias
em quadrinhos perceberam as representações da guerra
contra o terror Norte-Americana, expressas na saga do Capitão
América, publicada a partir do primeiro aniversário
dos atentados de 11 de setembro de 2001. No processo de compreensão
da leitura, busca-se o entendimento dos processos culturais de criação,
passando pelos autores, desenhistas, editores de HQ e, finalmente,
leitores, e sua inserção em debates político-sociais
que acompanham e informam essas representações.
Palavras-chave:
História em quadrinhos;
história cultural; história da leitura; representações;
leitores; Capitão América
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9-
Representações
de si e dos outros nas Relaciones de Almesto e de Vázquez
sobre a Jornada de Omagua e Dorado (1560-61).
Deise Cristina Schell
Licenciada em História, UNISINOS
deisecris@gmail.com
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Resumo:
As Relaciones de Pedrarias de Almesto e de Francisco Vázquez,
ambos participantes da Jornada de Omagua e Dorado, são a
documentação primária da viagem que analisamos
sob a perspectiva do conceito de "representação"
(Chartier, 1990; 1991). Verificando de que forma Almesto e Vásquez
representam a si e aos outros personagens da expedição
– em especial, Pedro de Ursua, Fernando de Guzmán e Lope
de Aguirre – em seus escritos, acreditamos ser possível compreender
como foi construída a memória sobre este singular
evento dentro do âmbito da Conquista do Novo Mundo.
Palavras-chave:
Relaciones, Jornada de Omagua
e Dorado, Lope de Aguirre, representações
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10-
Narrativas,
memórias e identidades: mulheres da comunidade negra dos
arturos.
Seldinha de Jesus
Bacharel em História pela Faculdade de Ciências Humanas
e Letras do Centro Universitário Newton Paiva - Minas Gerais;
integrante do Grupo de Estudos em História Oral.
seldaje13@yahoo.com.br
Juniele Rabêlo
de Almeida
Pesquisadora do Núcleo de Estudos em História Oral/NEHO-USP;
Doutoranda em História Social /USP; Mestre em História
e Culturas Políticas/UFMG; Professora do Centro Universitário
Newton Paiva.
junielerabelo@gmail.com
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Resumo:
O artigo investiga, por meio dos procedimentos da história
oral de vida, as mulheres da Comunidade Negra dos Arturos (localizada
no município de Contagem – Minas Gerais). Busca-se revelar
as experiências sensíveis das “Mulheres Arturos” apontando
identificações coletivas a partir da compreensão
das memórias narradas. Percepções ligadas à
família e ao trabalho, indicam na história do cotidiano:
o ambiente da casa, o trabalho na roça, os cuidados com os
filhos e marido. Em uma abordagem de gênero, pretende-se redimensionar
os “olhares” sobre a Comunidade Negra dos Arturos, abordando o papel
da mulher nos festejos, na religiosidade e na manutenção
da ordem familiar.
Palavras-chave:
Comunidade dos Arturos, Mulheres,
Narrativas, Memórias, Identidades
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11-
Tu
es Amor, Caritas. Os Gestos da Caridade em São Francisco
de Assis.
Miriam Lourdes Impellizieri
Silva
Professora Assistente de História Medieval, UERJ.
Doutoranda em História Social, USP.
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Resumo:
Uma das características mais marcantes da santidade nos séculos
centrais da Idade Média é a caridade. No pensamento
franciscano das origens a caridade ocupa um lugar central. Ela é
amor e representa tanto o Deus louvado por Francisco em palavras
e ações como o sentimento predominante na fraternitas
primitiva. Ao longo do século XIII, a Ordem dos Frades Menores
produzirá um sem número de vidas escritas e de imagens
pintadas do seu fundador, obras que refletem as mudanças
ocorridas no seu interior, a partir das divergências internas
e do seu crescimento extraordinário. E principalmente, obras
que produzem diferentes imagens de Francisco, representativas dos
diversos momentos da evolução da própria ordem
menorítica. Neste artigo, analisaremos o processo de construção
da imagem de Francisco, em que serão enfatizadas duas obras,
a Tavola Bardi e o Ciclo da Vida de Francisco de Giotto em Assis,
analisadas sob o conceito da caritas franciscana.
Palavras-chave:
Religiosidade Medieval
- Franciscanismo Primitivo - Santidade
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12-
Representações
do pensamento acerca da escravidão e trabalho na Antigüidade.
Sílvia Sônia
Simões,
Bacharel em História pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul
ssimoesbr@yahoo.com.br
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Resumo:
Traçar um quadro geral dos conceitos de trabalho e de escravidão,
através de citações extraídas das obras
de pensadores no período da Antigüidade Clássica
que ilustram suas impressões, percepções e
justificativas para seu posicionamento perante estas duas categorias
presentes nestas sociedades.
Palavras-chave:
trabalho, escravidão,
Antigüidade Clássica
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13-
A
escrita de si na situação de tortura e isolamento:
as cartas de Manoel Raimundo Soares.
Susel Oliveira da
Rosa
Pós-Doutoranda, UNICAMP, Bolsista FAPESP
susel.oliveira@gmail.com
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Resumo:
Escrever é mostrar-se, dar-se a ver ao outro, diz Michel
Foucault. Nesse sentido a escrita de si comporta uma presença
quase física de quem é lido. Analisar as cartas que
o ex-sargento do Exército nacional - Manoel Raimundo Soares
- assassinado pelos agentes da repressão no ano de 1966 em
Porto Alegre, escreveu a sua esposa quando estava na prisão,
é o objetivo desse artigo.
Palavras-chave:
cartas - escrita de si - tortura
- isolamento
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14-
O
filme como fonte histórica para o historiador.
Um estudo de caso: “Memórias Póstumas” de André
Klotzel.
Ione A. M. Castilho
Pereira
Mestre em História/PUCRS
ione_castilho@yahoo.com.br
Mônica Karawejczyk
Mestre em História/ PUCRS
monicaka@terra.com.br
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Resumo:
Este artigo pretende fazer uma reflexão sobre o uso de filmes
pretensamente históricos como fonte de conhecimento da história.
A projeção de películas como uma forma alternativa
de se ensinar história tem seduzido muitos professores, mas
esta crescente prática quase nunca é acompanhada de
uma reflexão sobre o uso deste instrumento. Para alcançar
esse intento, primeiro apresentamos uma breve reflexão sobre
a questão do uso do filme como fonte histórica, seguido
de uma tentativa de exemplificar o que foi debatido com um estudo
de caso do filme brasileiro Memórias Póstumas dirigido
por André Klotzel.
Palavras-chave:
Filme histórico, Memórias
Póstumas, história do Brasil
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15-
“Foi
assim”: múltiplas narrativas do audiovisual e a cultura amazônica.
Edilson Mateus Costa
da Silva
Mestrando em História, UFPA/PPHIST, bolsista do CNPq.
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Resumo:
O artigo tenta dar conta de uma problemática iniciada no
estudo da canção popular que é o binômio
texto-imagem, entre outras palavras, a análise dessa fonte
precisa compreender duas narrativas sobrepostas: texto e som. Porém,
a canção abrange um foco mais amplo, o momento do
lançamento do álbum inclui a narrativa gráfica
e mais além: o audiovisual. Ou seja, busco compreender as
múltiplas narrativas possíveis em um videoclipe de
Fafá de Belém em 1977 chamado Foi Assim do LP Água,
sobreposições de narrativas, coerente entre si, incorporadas
em amplo espectro da indústria cultural e da relação
entre cultura amazônica/ cultura brasileira, ora formando
uma nação, ora “isolados”.
Palavras-chave:
Audiovisual; Canção
Popular; Cultura Amazônica; Indústria Cultural
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16-
A
História Virtual: uma análise sobre a construção
histórica do homem, no processo de construção
da História científica, história contemporânea
e história cotidiana em tempos de “internetização”.
Gilson Xavier de
Azevedo: Mestre em Ciências da Religião
com ênfase em Sociologia da Religião pelo Centro
Logos de Educação de São Paulo.
Wesley Lima de Andrade: Aluno do segundo período
2007 do curso de Bacharelado em História pela Universidade
Estadual de Goiás
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Resumo:
A história oral, bem como a construção antropológica
da história enquanto ciência ou disciplina são
elementos convergentes que apontam para um futuro que segundo Heidegger
acontece em desein, ou seja, já chegou, já está
ai. Desse modo, o artigo pretende analisar os principais eventos,
marcos e discussões que têm pautado a emergência
da história oral como uma área de conhecimento específica
abordando a relação entre história oral, literatura
e imaginário, já que a história oral e a literatura
se constituem numa narrativa; ou são reconstruções
da realidade em que o fato e a criação se entrelaçam
na construção do conhecimento histórico. Depois
o artigo trata de alguns dos impasses da História contemporânea,
identificando alguns de seus limites como disciplina científica
e ressaltando sua especificidade frente às demais ciências
humanas. Em seguida aborda a estreita associação que
atualmente se processa entre computador/Internet e condutas sociais,
observando a presença de práticas de sociabilidade
ao "modo clássico", sendo mantida pelo encontro
face a face, bem como a especificidade gerada por tal tecnologia:
a presença da interface gráfica como mediador do encontro
social e por último, a questão das representações
e linguagens mais usadas na produção do conhecimento
histórico, no ensino fundamental.
Palavras-chave:
História oral; Historiografia;
Cotidiano; Antropologia urbana; Internet; Produção
do Conhecimento; Representação
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17-
Entre
Limões de cheiro e açoites: o carnaval e a escravidão
na imprensa ilustrada. Pelotas-RS, 1880-1889.
Aristeu Elisandro
Machado Lopes
Doutorando em História/UFRGS – Bolsista CNPq
Professor Substituto da Universidade Federal de Rio Grande/FURG
e-mail: aristoriaufrgs@yahoo.com.br
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Resumo:
A imprensa ilustrada foi um dos ramos do jornalismo que mais se
desenvolveram no Brasil do século XIX. As cidades mais desenvolvidas
do Império contaram com este tipo de publicação
como Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul. Os periódicos
Cabrion, Zé Povinho e A Ventarola foram os mais significativos
abordando, em suas páginas de ilustrações,
os mais variados temas. Entre eles, o carnaval e a escravidão.
Esses assuntos constituem os objetivos da proposta de análise
deste artigo. Pretende-se analisar como os periódicos abordaram,
por um lado, o carnaval quase sempre relacionada as camadas mais
populares e por outro, a escravidão, tão presente
na sociedade escravista pelotense nos anos 1880.
Palavras-chave:
Imprensa ilustrada – Pelotas
– Carnaval – Escravidão
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18-
O
ingresso da charge na mídia: da litografia ao ciberespaço.
Antônio Fausto
Neto
Doutor em Comunicação Social, Professor. Unisinos/Unifra
afaust@terra.com.br
Carlos Renan Samuel
Sanchotene
Graduando em Jornalismo, bolsista de iniciação científica.
Unifra
carlos_sanchotene@yahoo.com.br
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Resumo:
O presente artigo busca fazer um breve recorte histórico
sobre a trajetória da charge na mídia, destacando
os principais meios de comunicação de massa que contribuíram
para o desenvolvimento desse gênero jornalístico na
imprensa brasileira, bem como sua função política.
Observa-se que as transformações tecnológicas
modificaram os modos de elaboração do humor gráfico
e, da mesma forma, as charges sofreram mutações para
se adequar às novas realidades midiáticas.
Palavras-chave:
charge, política, mídia,
imprensa ilustrada, humor gráfico
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19-
No
palco o brasileiro Machado de Assis.
Cláudia Medeiros
de Araújo
Pós-Graduanda do Curso de Geopolítica e História
FFM/FIP
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Resumo:
este texto tem por pretensão fazer uma rápida discussão
das possibilidades de se trabalhar com a história e a literatura,
seguida de uma breve biografia de Machado de Assis e por fim, analisaremos
a escrita do autor. Para isso dialogamos com autores como Michel
Foucault (2002) , Vavy Pacheco Borges (2000), Sidney Chalhoub (2003)
que nos auxiliaram a analisar que “verdades” foram criadas e instituídas
por Machado de Assis sobre a sociedade brasileira, na qual tem o
poder de construir/desconstruir, inventar/reinventar os sujeitos.
Dado que a identidade social é algo construído, pretendemos
discutir a vida de Machado de Assis dentro de uma rede de relações,
desnaturalizando ao mesmo tempo o seu lugar social e discutindo
como o escritor se transformou em sujeito do discurso.
Palavras-chave:
literatura-história-“verdades”-
Machado de Assis
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20-
Palimpsestos
fotográficos em uma narrativa da experiência migratória.
Tati Lourenço
da Costa
Mestranda em História
PPGH/UDESC
tatilcosta@yahoo.com.br
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Resumo:
Este artigo segue um percurso do olhar sobre uma narrativa da experiência
migratória. Na perspectiva de um “álbum de memórias”
composto por fotografias pessoais e discursos escritos, elaborado
por uma descendente de japoneses. Imagens e identificações
delimitam nosso campo de ‘escavação’, que percorremos
à luz da memória e das imagens mentais que se formam
a partir do álbum para traçar diálogos com
a história do tempo presente.
Palavras-chave:
fotografia; migração;
narrativa; história oral
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21-
“Pardieiro
Infecto”: A Representação da Rússia em Tintim
no País dos Sovietes.
Lúcio De
Franciscis dos Reis Piedade Filho
Graduando em História, UEMG/FCCP
lucius.rp@bol.com.br
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Resumo:
Esse artigo propõe uma análise acerca da representação
da Rússia (U.R.S.S.) em As Aventuras de Tintim – Repórter
do “Petit Vingtième” no País dos Sovietes, do desenhista
belga Hergé, tomando como base um breve olhar sobre a vida
do autor e o contexto histórico da obra. Datada do início
dos anos de 1930, a revista traz idéias anticomunistas e
é um retrato do imaginário em voga nos países
ocidentais no período, do que deriva forte crítica
ao socialismo, crítica esta que permeia toda a primeira obra
de Hergé. O estudo pretende analisar de que maneira ambições
econômicas moldaram a representação da Rússia
na aventura de Tintim em questão.
Palavras-chave:
Anticomunismo, Tintim, Capitalismo
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22-
Da
Poeira à mobilização: narrativas sobre o movimento
dos silicóticos da mineração – Morro Velho
- MG.
Rafael Tadeu de
Oliveira Martins
Bacharel em História pela Faculdade de Ciências Humanas
e Letras do Centro Universitário Newton Paiva/MG; integrante
da linha de pesquisa História dos Movimentos Sociais e
História Oral.
rafatomartins@gmail.com
Juniele Rabêlo
de Almeida
Pesquisadora do Núcleo de Estudos em História Oral/NEHO-USP;
Doutoranda em História Social /USP; Mestre em História
e Culturas Políticas/UFMG; Professora do Centro Universitário
Newton Paiva.
junielerabelo@gmail.com
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Resumo:
Este artigo investiga as narrativas sobre o movimento reivindicatório
dos ex-trabalhadores silicóticos da Mineração
Morro Velho, que desenvolveram suas atividades entre as décadas
de 1950 e 1980 na Mina Grande, localizada na cidade de Nova Lima/MG.
Tais trabalhadores, debilitados pela doença silicose (causada
pela inalação da poeira sílica da atividade
mineradora), buscam com o apoio do Sindicato dos Mineiros, desde
o início da década de 1990, soluções
judiciais contra a Anglo Gold Ashant, atual proprietária
da mineração. O trabalho aborda, por meio das narrativas
de história oral de vida dos silicóticos: o trabalho
na Mineração Morro Velho; a silicose e a sua patogenia;
a criação do Movimento dos Silicóticos.
Palavras-chave:
silicóticos, movimento
social, história oral, mineração
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23-
Submissão
x independência: a ambivalência da imagem feminina nas
fotorreportagens de O Cruzeiro.
Leandra Francischett
Mestre História, UFF
lefrancischett@yahoo.com
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Resumo:
Este artigo analisa algumas fotorreportagens sobre mulheres, publicadas
nas edições semanais da revista O Cruzeiro, referentes
aos meses de março e maio de 1956-1960. Partiu-se da heurística,
que consiste no levantamento, seleção e apreciação
das fontes. As análises da figura feminina revelam ambigüidades,
com deslocamentos dos papéis femininos e masculinos. O primeiro
grupo de matérias demonstra a ingenuidade feminina, certa
submissão e o ideal de beleza enfatizados pelos concursos
de Miss. Esta pesquisa enfatiza as matérias sobre mulheres
com postura mais conservadora, que em geral fazem parte do tripé
mãe-esposa-dona-de-casa. Por outro lado, um segundo grupo
apresenta mudanças em curso, com uma mulher mais ousada e
de certa forma independente. Articulam-se novos modelos femininos
que incluem a nova dona de casa e a mulher emancipada, embora não
sejam contraditórios entre si, como sujeitos de novos consumos
de massa também no plano cultural.
Palavras-chave:
Fotorreportagem – Revista O Cruzeiro
– Anos Dourados – Representação feminina - História
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24-
Cinema
e Tevê – Suas relações com as transformações
sociais no Egito.
Muna Omran
Professora Doutora de Teoria da Literatura/ Unipli
m_omran@uol.com.br
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Resumo:
Este artigo analisa as transformações sociais e legais
provocadas pelo filme egípcio Urido Hallen (Preciso de uma
solução), do diretor Said Marzouk (1975). Apresenta-se
uma leitura do filme, examinando-se a relação entre
sociedade islâmica, história e cinema, uma vez que
a produção em análise coloca em debate as leis
corânicas que regem o Egito. O filme não só
colocou em evidência as relações legais com
as religiosas, bem como, trinta anos depois, produzia efeito, ao
abrir espaço para uma produção de um seriado
feito por mulheres sobre uma mulher, a cantora egípcia Um
Kulthum, num Egito que se vê mais do que nunca influenciado
pelos fundamentalistas.
Palavras-chave:
Cinema - História – Cultura
– Comunicação - Islamismo
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Resenha:
UMA INICIAÇÃO À ESCANDINAVÍSTICA
HALL, Richard.
Exploring the world of the vikings. London: Thames and Hudson, 2007.
Ilustrado, 240 p. ISBN: 978-0-500-05144-3 .
Prof. Dr. Johnni
Langer
Departamento de História – UFMA
johnnilanger@yahoo.com.br
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Resumo:
Há cerca de 40 anos, os britânicos vêm produzindo
alguns dos melhores e mais populares manuais sobre a Escandinávia
da Era Viking, alterando sempre textos com caráter enciclopédico
com os de estrutura iconográfica. Como a maior parte dos
organizadores das obras são arqueólogos, estas orientam-se
basicamente por uma perspectiva que privilegia especialmente a cultura
material e o cotidiano, apesar de incluírem também
aspectos históricos mais amplos, mitológicos, políticos
e econômicos, entre outros. Dentro desta tradição,
temos a recente publicação do livro Exploring the
world of the Vikings, do arqueólogo Richard Hall, que se
notabilizou pela direção das escavações
de Jorvik (York) durante os anos 1970, famoso sítio escandinavo
da Inglaterra.
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