Hoje
em dia, a inauguração de páginas on line
com temas variados faz parte do cotidiano dos internautas em todas
as partes do mundo. Entretanto, a qualidade de muitos sites não
condiz com a sua quantidade, até exagerada, digamos. Portanto,
é com grande satisfação e, mais ainda, com
plena visão do empreendimento a que esta revista se propõe,
que traço essas mal preparadas linhas.
Em
um mundo conectado e conector, a circulação do saber
não pode possuir fronteiras, nem físicas nem simbólicas.
Todos são parte integrante de contextos que se entrecruzam,
pois seres humanos somos, com passado, presente e quiçá
futuro! Vivendo no século XXI, somos inundados por figuras,
imagens, narrativas visuais ou literárias, que (con), (de),
(re) e até mesmo formam nossa mente, através de
critérios associativos e dissociativos. É nesse
momento que nossos atos tornam-se criações discursivas,
seja qual for a definição utilizada para "discurso".
Seres históricos, historicizantes, perpetuadores e destruidores
de sintagmas verbais e de monumentos substantivos, precisamos
reconhecer as redes de interlocução social. Para
isso, creio, Carlos Hollanda imaginou História, imagem
e narrativas.
Que,
a partir de agora, as tensões imanentes ao Homem, presentes
nas Ciências Humanas, nas Letras e nas áreas afins
encontrem aqui seu espaço de diálogo construtivo
e sirvam ao mote latino: prodesse et delectare, i.e., ser útil
e deleitar"
Saudações!
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