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imagens e narrativas noutras publicações;
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de imagens e narrativas.
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Edição
12 - abril de 2011
Imagem
da capa:
Hércules e Atena. Cerâmica grega antiga, 480–470
a.C.
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..EDITORIAL:
.."O
mito e seu poder"
..Carlos
Hollanda
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Eis
que retornamos com o tema "Mitologia". Nossa última
edição recebeu um número recorde de visitas
e de solicitações em torno do assunto.
Tal manifestação de interesse não surpreende
tanto: as narrativas mitológicas, bem como suas representações
visuais, atingem tudo o que há de mais humano em cada um
de nós...
Ler o editorial
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1-
O
mito do retorno dos herois de Troia e as funções narrativas
dos presságios na Odisseia de Homero.
Christian Werner
Prof. Dr. PPG - Letras Clássicas – USP
crwerner@usp.br
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Resumo:
O objetivo desse texto é discutir o mito do retorno dos heróis
de Troia – variante grega de um mito-indoeuropeu – através
do enredo de um poema épico antigo, a Odisseia. Para isso,
paraleliza-se o retorno do herói e do seu filho a Ítaca
através da discussão do modo como os retornos distintos
convergem através da utilização feita pelo
narrador de duas cenas de adivinhação que concentram
alguns dos principais elementos do mito.
Palavras-chave:
mito, retorno, Odisseia, Telêmaco,
Odisseu, adivinhação
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2-
O
reencantamento das estórias:
a sobrevivência do sagrado nas narrativas pós-modernas
Marcelo Bolshaw
Gomes
Jornalista,
doutor em Ciências Sociais
professor de Comunicação da UFRN
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Resumo:
Após observar que os modelos esquemáticos propostos
pela narratologia estruturalista são ineficientes para estudar
as estórias sagradas atuais e levantar novas referências
teóricas para tarefa, o presente texto analisa duas narrativas
atuais - a história em quadrinhos Sandman, do escritor inglês
Neil Gaiman, e o seriado de TV Xena, a princesa guerreira – discutindo
seus aspectos simbólicos dentro do cenário contemporâneo.
Palavras-chave:
narrativas sagradas – mitos da
mídia – crítica literária
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3-
Entre
Cristo e Odin: cristianismo e paganismo no filme
"A fonte da donzela" de Ingmar Bergman .
Edilson Baltazar
Barreira Júnior
Mestre e doutor em Sociologia - UFC
Núcleo de Estudos em Religião, Cultura e Política
– UFC
Prof. – ESMEC
edilsonbarreira@yahoo.com.br
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Resumo:
o artigo apresenta uma análise do filme A fonte da donzela
(Jungfrukällan, 1959) do cineasta sueco Ingmar Bergman, revelando
as tensões entre Cristianismo e paganismo na Escandinávia
da Baixa Idade Média. A análise é sociológica,
na medida em que é costurada com conceitos como religião,
memória, mito, sacrifício, símbolos etc., urdidos
por estudiosos das Ciências Sociais. O roteiro do filme foi
elaborado a partir de uma balada medieval, cujo drama mostra o estupro
seguido de assassinato de uma adolescente durante o percurso para
a capela de Nossa Senhora e a vingança de seu pai que mata
cada um dos assassinos. Entretanto, o pai, cristão, como
forma de expiação por sua culpa expressa no ato de
vingança, resolve construir uma capela de pedra em homenagem
à Virgem Maria no mesmo local em que a filha foi morta. Em
uma prece contundente, ele promete edificar a igreja com as suas
próprias mãos, ou seja, as mesmas que derramaram sangue.
Palavras-chave:
Ingmar
Bergman, cinema, mitologia escandinava, cristianismo, sociologia
da religião
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4-
Ritos
Funerários na Grécia Antiga: Um Espaço Feminino.
Sandra Ferreira
dos Santos
Mestranda em História Comparada
Universidade Federal do Rio de Janeiro
E-mail: sandraferreirasantos@ig.com.br
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Resumo:
A morte é um acontecimento que angustia os homens de todos
os tempos e locais, que procuram - de acordo com a sua percepção
e mitos - lidar com ela de formas diversas. Os rituais funerários
e a forma como a morte é encarada pode dizer muito sobre
uma sociedade e suas formas de representação do mundo.
Para os gregos antigos, a morte não era um momento, mas um
processo que envolvia o morto, os vivos e até mesmos os deuses.
Para que tudo transcorresse da melhor maneira possível e
o morto chegasse ao lugar que lhe era destinado, uma série
de rituais deveriam ser realizados. Os rituais funerários
na Grécia Antiga eram espaços femininos, organizados
e apropriados pelas mulheres como forma de exposição
e ação na sociedade políade.
Palavras-chave:
morte, rituais, mitologia, mulheres,
representação
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5-
Um
banquete para Heimdallr: uma análise da alimentação
viking na Rígsþula.
Luciana de Campos
Mestre em História - UNESP-Franca
Prof. História Antiga - UFMA
UFMA/NEVE - Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos
fadacelta@yahoo.com.br
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Resumo:
O poema éddico Rígsþula nos apresenta alguns
elementos fundamentais acerca das práticas alimentares vikings,
das mais simples às mais complexas, bem como determinadas
formas de processamento, preparo e consumo dos alimentos bem como
a maneira de apresentar os pratos a serem consumidos. Propor uma
análise inicial da alimentação na Era Viking
baseando-se em uma importante fonte da mitologia escandinava, a
Rígsþula é a proposta para este artigo.
Palavras-chave:
Rígsþula – alimentação
viking – cotidiano – mitologia nórdica
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6-
Bacas:
a construção da imagem do Dioniso Ateniense.
Giselle Moreira
da Mata
Professora Mestra em História (U.F.G /F.H)
giselle_da_mata@hotmail.com
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Resumo:
Na Pólis de Atenas, particularmente no século V a.C.,
observamos um período importante para a Hélade Antiga.
Este período em especifico, nos forneceu um dos maiores legados
para compreensão do universo que envolveram atenienses, bem
como, suas relações com outras Cidades-Estado gregas
e outras regiões. As homenagens dedicadas ao Deus Dioniso,
sobretudo o rito do teatro, representa para nós historiadores,
alguns dos mais importantes documentos herdados pela civilização
ocidental. Diante deste contexto, este trabalho visa avaliar a visão
de um dos mais importantes tragediógrafos do período,
o ateniense Eurípides. Em sua obra póstuma, As Bacantes,
percebemos o Dioniso percebido como divindade mitológica,
como personagem, e toda sua influência e poder no contexto
em que se desenvolveu a Democracia ateniense.
Palavras-chave:
Menadismo; Tragédia; Imagem;
Dioniso
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7-
Considerações
acerca da tragédia de Ésquilo- Prometeu Candeeiro:
A tragédia, entre o mito e a filosofia, como antecipação
da crítica à religião.
Patrícia
Marciano de Assis
Aluna do curso de Graduação da Universidade Estadual
do Ceará - UECE
patricia_pma@hotmail.com
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Resumo:
Este artigo tem como objetivo analisar a tragédia ética
enquanto fonte histórica, além de situá-la
entre o mito e a filosofia, pois compreendemos que a filosofia pensada
posteriormente fez largo uso do horizonte contextual da pólis,
ainda que para fundamentações críticas. Logo,
a filosofia se utilizou do horizonte da tragédia, do mesmo
modo como esta se utilizou do horizonte do mito. Para tanto, opta-se
por uma análise da tragédia de Ésquilo, Prometeu,
como antecipação da crítica à religião.
Logo, nossa proposta é destacar a tragédia enquanto
precursora do posterior ateísmo verificado em filósofos
por volta do século V, como principal exemplo da permanência.
Palavras-chave:
Tragédia, filosofia, mito,
religião, Prometeu
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8-
Mito
e História entre os gregos antigos:
aspectos sobre a questão na obra de Paul Veyne.
Bruno Francisco
Diniz Marinho
Graduado em história UFOP
bfdmarinho@gmail.com
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Resumo:
Comumente, os conceitos de mito e história são classificados
como opostos. Mito é mentira, fábula, invenção
de mentes ingênuas. A história é considerada
um relato verdadeiro, já que ela deve, segundo Ranke, conhecer
“o que realmente aconteceu”. Essa pesquisa procura problematizar
essa questão a partir da obra: “Acreditavam os gregos em
seus mitos?”, de Paul Veyne. Investigamos aqui como esse autor coloca
a distinção entre os conceitos de história
e de mito na sociedade que estuda.
Palavras-chave:
Mito, História, veracidade,
mentira, Grécia antiga, fábula
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9-
Tragédia
e História na Grécia Antiga.
Rachel Ximenes Aguiar
Graduanda em História UFC
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Resumo:
No presente artigo, pretendemos uma breve análise de duas
escritas que surgem na Grécia antiga: a tragédia e
a História. A partir da linguagem utilizada em ambas, das
temáticas semelhantes e da peça trágica de
Ésquilo, os Persas, confrontada com as narrativas históricas
de Heródoto e Tucídides, sobre a batalha de Salamina,
nas Guerras Médicas, e as batalhas da Guerra do Peloponeso,
respectivamente; traçaremos o lugar da tragédia dentro
do panorama social, político, econômico e cultural
da Grécia antiga; focando o seu encontro constante com a
narrativa histórica e buscando, por meio das semelhanças
e diferenças, definir como a tragédia influencia a
História e até que ponto a tragédia pode ser
considerada História.
Palavras-chave:
Tragédia, História,
Ésquilo, Heródoto, Tucídides
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10-
O
código secreto nos mitos ancestrais.
Lúcia D.
Torres
Mestre em Literaturas de Língua Portuguesa
Unipaz-Sul
ldt@gmail.com
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Resumo:
a descoberta do fenômeno astronômico conhecido como
a precesssão dos equinócios está associada
a Hiparco no ano 149 d.c. Entretanto, pesquisas mitológicas
indicam que este conhecimento é bem mais remoto e antigo
do que a ciência oficial reconhece. A reinterpretação
destes mitos pode nos levar a mudanças no ponto de vista
do “conhecimento” oficial da História.
Palavras-chave:
mitologia, precessão dos
equinócios, mitos diluvianos
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RESENHA: O ressurgimento dos deuses nórdicos.
BERNÁRDEZ,
Enrique. Los mitos germánicos. Madrid: Alianza Editorial,
2010 (2ª. edição), 328p.
Johnni Langer
Pós-doutor em História Medieval pela USP
Prof. Adjunto em História Medieval na UFMA
Johnnilanger@yahoo.com.br
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Resumo:
Os deuses nórdicos estão de volta: presentes no cinema,
nos quadrinhos, na literatura, em jogos eletrônicos e em outras
mídias contemporâneas. Desde que ressurgiram na arte
ocidental após o século XIX, não parecem ter
abandonado a imaginação, fornecendo inspiração
para a criação de novas identidades entre os jovens,
ou atraindo a atenção da indústria de entretenimento.
À parte esse grande interesse, a maioria das representações
esconde diversos valores sociais e culturais inerentes ao nosso
tempo, que acabam afastando as pessoas de um entendimento do que
realmente significavam essas divindades para sua época...
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ARTIGOS DA EDIÇÃO
COMUM
1-
Paul
Ricoeur e a Narrativa Histórica.
José D’Assunção
Barros
Professor-Adjunto da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
jose.assun@globo.com
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Resumo:
Este artigo tem por objetivo desenvolver algumas considerações
sobre as relações entre a filosofia de Paul Ricoeur
e a História, atentando para a construção da
narrativa historiográfica. A principal obra de Paul Ricoeur
que estaremos analisando será Tempo e Narrativa (1983-5),
através da qual será possível desenvolver algumas
considerações sobre o ‘círculo hermenêutico’
proposto por Paul Ricoeur.
Palavras-chave:
Paul Ricoeur, Narrativa, Tempo,
Historiografia, operação historiográfica
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2-
Imigração
Polonesa: o sentimento identitário representado nas imagens
da revista "Gazeta Polaca no Brasil".
Jonathan de Oliveira Molar
Doutorando em Educação - UFPR - docente - DEHIS
- UEPG.
jonathanmolar@hotmail.com
Roberto
Edgar Lamb
Doutor em História - PUC-SP - docente - DEHIS - UEPG
robertolamb@yahoo.com.br
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Resumo:
O presente artigo tem por objetivo investigar as representações
do sentimento identitário do grupo imigrante polonês
nas imagens do periódico “Gazeta Polaca no Brasil”, de 1937.
A revista, cuja publicação era direcionada para os
imigrantes que desembarcavam na América Platina, apresentava
imagens de diversificados campos que compõe a vida social
desse grupo; caracteriza-se, principalmente, como um elo identitário
das tradições dos poloneses seja na educação,
religião, etc. Imprimi-se à interpretação
da análise desse conjunto iconográfico a noção
de representações culturais, isto é, compreender
a imagem não como fidedigna ao real, mas inserida em um processo
de construção histórica, assim, as imagens
contidas na “Gazeta Polaca” carregam consigo um poder de representação
do sistema identitário dos poloneses, interagindo com variantes
históricas e sociais.
Palavras-chave:
imigração polonesa,
imagens, identidade
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3-
A
trajetória de um historiador medieval islâmico através
de sua narrativa autobiográfica: os desafios de Ibn Khaldun
(1332-1406).
Elaine Cristina
Senko
Mestranda UFPR/PPGHIS
elainesenko@hotmail.com
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Resumo:
no presente artigo buscamos demonstrar de forma inovadora uma biografia
do historiador medieval Ibn Khaldun (1332-1406). Tendo por base
sua Autobiografia e a obra Muqaddimah, desenvolvemos uma narrativa
em torno dos principais “desafios” que o iminente historiador muçulmano
enfrentou em sua vida, buscando compreender, a partir do ápice
de sua carreira pública, os motivos que tornaram Khaldun
um homem tão especial em seu tempo. Dessa forma contribuímos
não apenas para a valorização do personagem
histórico que foi Khaldun, mas também para novas reflexões
e possibilidades em torno da escrita biográfica.
Palavras-chave:
autobiografia, islamismo
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4-
Elas,
silenciosas ou ousadas:
a publicidade e as diferentes percepções acerca da
mulher
(1940-1950).
Éverly Pegoraro
Prof. Dep. Comunicação - Unicentro
Mestre em História Social (UFF)
Doutoranda - Comunicação e Cultura (UFRJ).
everlyp@yahoo.com.br
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Resumo:
este artigo propõe um “passeio” pela publicidade da década
de 1940 e 1950, para analisar quais eram as percepções
acerca do mundo feminino, que lugar e funções ela
tinha no espaço social. Diferentes concepções
acerca da mulher, do seu corpo, de seu modo de ser e se comportar
variam ao longo da História. Os anúncios publicitários
são parte constitutiva da mídia compreendida como
um lugar de memória contemporânea, nos quais é
possível perceber discursos que possibilitam variados entendimentos
acerca do que era ser mulher. Nesses discursos midiáticos,
há variadas representações, aliadas a ações
de poder disciplinador, educativo, inibidor de práticas,
potencializador de novas posturas.
Palavras-chave:
Memória; Publicidade;
Mulher
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5-
Análise
Sociológica e Estética Midiática: Reflexões
sobre a Aparência e os Impactos das Histórias em Quadrinhos
Japonesas.
Amaro Xavier Braga
Júnior
Graduado, Mestre e Doutorando em Sociologia – UFPE
Professor Assistente do Instituto de Ciências Sociais da
UFAL
Pesquisador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo
– LACC – UFAL
Pesquisador do Núcleo de Pesquisa Sociedade, Cultura e
Comunicação – UFPE
amaro@ics.ufal.br
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Resumo:
Otrabalho analisa a aparência do Mangá, as chamadas
histórias em quadrinhos japonesas, ensaiando uma análise
sobre seu perfil estético constitutivo, extremamente característico
e particular. De forma a perceber suas variações estéticas
vinculadas ao desenho estilizado, o layout e a perspectiva beligerante,
temas estereotipados, a metalinguagem de tendência cômica,
a noção de tempo e ritmo narrativo. Termina apresentando
análise dos impactos sociais na construção
de sua própria linguagem e desenvolvendo uma breve consideração
sobre o a inserção do mangá no Brasil e seus
efeitos sociais, principalmente relativos ao surgimento do Mangá
Nacional.
Palavras-chave:
Histórias
em Quadrinhos; Mangá; Estética; Mangá Nacional;
Impactos Sociais
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RESENHAS
RESENHA: O moderno em revistas.
Representações
do Rio de Janeiro de 1890 a 1930.
Rogério Souza
Silva
Prof. - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Doutorando - História Social - PUC-SP.
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Resumo:
As revistas (fossem elas ilustradas ou não), em parte significativa
do século XIX e nas primeiras décadas do XX, se constituíram
em verdadeiras porta-vozes dos valores daqueles momentos históricos
em que o Ocidente e o mundo sob sua influência direta ou indireta,
viviam um momento de extremo otimismo no diz respeito aos conceitos
de civilização, progresso, capital ou, em uma palavra,
modernidade. O aumento do papel da imprensa nesse mundo e o avanço
das técnicas tipográficas deram a esse tipo de publicação,
em diversos lugares, um protagonismo na difusão de valores...
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RESENHA: As animações sobre Gen pés descalços
.
Rogério Fernandes
da Silva
Prof. rede pública do Estado do Rio de Janeiro
Especialista em História do Brasil - UERJ,
e-mail: prof_rfernandes@yahoo.com.br
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Resumo:
No dia 6 de agosto de 1945 o avião americano Enola Gay solta
a primeira bomba atômica da história chamada de little
boy sobre a cidade de Hiroshima. Cerca de 70.000 a 80.000 pessoas
morreram instantaneamente e outros milhares perderam a vida devido
aos ferimentos e envenenamento radiativo. Em 1973, o autor japonês
de histórias em quadrinhos Keiji Nakazawa criou o mangá
(no Japão as histórias em quadrinhos são denominadas
de mangá) Hadashi no Gen; Barefoot Gen, em inglês;
em português Gen Pés Descalços. Esse mangá
é um relato semibiográfico de sua experiência
...
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