Constelar - Última edição Astroletiva

ISSN 1808-9895

Página inicial

Busca

Edição atual

Edições anteriores

Índice por autor

Cadastro

Banco de imagens

Cursos

Agenda de eventos

Galeria de painéis

Conselho editorial

Conselho consultivo

Livros

Lançamentos e dicas

Resenhas

E-books

Links para:

- Outras revistas online;

- Departamentos de pesquisa e pós-graduação;

- Artigos que trabalham
imagens e narrativas noutras publicações;

- Sites diretamente envolvidos com a produção dos temas de imagens e narrativas.

DAS CAVERNAS
ÀS ESTRELAS

Curso sobre
Mitologia e Simbolismo
Unipaz-Sul - Porto Alegre
Início: Março/2011

Direcionado a graduados, pós-graduandos e pós-graduados em áreas como História, Letras, Artes, Ciências Sociais, Educação, Comunicação, Psicologia e demais interessados

Clique na imagem acima para ver os detalhes.

 

Edição 11 - outubro de 2010

Imagem da capa:

- Mjöllnir de Odeshog, Suécia, séc. X. (relíquia arqueológica - representação medieval do martelo de Thor, o deus do trovão, sobre montagem fotográfica).

 

 


Clique para ver em 600 X 850 pixels

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAL:
Símbolos religiosos pagãos,
mitos e representações
- Ler o editorial

Carlos Hollanda  

 

 

1- Símbolos religiosos dos Vikings: guia iconográfico.

Johnni Langer
Pós-doutor em História Medieval pela USP
Prof. Adjunto em História Medieval na UFMA
Johnnilanger@yahoo.com.br

 

Resumo:
O artigo realiza um levantamento analítico de algumas das principais imagens religiosas veiculadas na Escandinávia durante a Era Viking, concedendo destaque para as representações visuais com caráter simbólico, mitológico e diretamente relacionadas com a tradição oral e artística dos tempos pagãos.

Palavras-chave:
Vikings, Alta Idade Média, símbolos, religião, iconografia, imagem


2- Seguindo o Urso e o Lobo: Discussões Sobre os Elementos Religiosos dos Berserkir e dos Ulfheðnar.

Pablo Gomes de Miranda
Graduado em História, UFPB
jomsvikings@hotmail.com

 

Resumo:
Os berserkir e os ulfheðnar são apresentados nas sagas islandesas segundo diversos papéis diferentes, certa hora eles fazem parte de uma elite marcial, protetores dos reis e dos chefes guerreiros; em certas ocasiões são criminosos que assolam a Noruega e Islândia em busca de mulheres e propriedades; também aparecem como campeões das antigas religiosidades pagãs. Entretanto pouco sabemos, de fato, sobre esses personagens e a nossa intenção não é trazer respostas conclusivas, mas oferecer um primeiro contato com elementos pertinentes a ambos, no âmbito guerreiro e religioso

Palavras-chave:
Berserkir; Odin; Ulfheðnar


3- O uso da história em quadrinhos no ensino de História: “Will Eisner entra ou não entra na sala de aula?”.

Welson Luiz Pereira
Mestre em História pela UFPR
Especialista em Ensino de História pela FACINTER/IBPEX
welsonpereira@hotmail.com

 

Resumo:
Este artigo tem por objetivo analisar as histórias em quadrinhos (fragmentos selecionados) presentes nas obras selecionadas de Will Eisner e verificar em que medida podem ser utilizadas pelos professores em suas aulas de História. Eisner, de um modo geral, produziu narrativas gráficas que retratam vários aspectos da sociedade estadunidense no início do século XX, abordando temas históricos e relacionando-os com questões cotidianas, como a violência urbana e os conflitos familiares. Estas obras, que abordam temas “reais”, são chamadas por Einser de “Graphic novel”. Com uma abordagem teórico-metodológica que aborda a peculiaridade das múltiplas leituras e dos quadrinhos para o ensino, procurou-se, além de compreender a especificidade das obras aqui selecionadas de Will Eisner, demonstrar a sua aplicabilidade para o ensino de História.

Palavras-chave:
Histórias em quadrinhos, Leitura, Conhecimento histórico


4- O Universo Feminino nas Histórias em Quadrinhos.

Aline Martins dos Santos
Mestranda em História Social –UFF
aline_rural@yahoo.com.br

 

Resumo:
No trabalho apresentado, interessa-nos particularmente situar a presença feminina no universo das HQ’s, fazendo uma breve análise de seus principais papéis: as garotas, as namoradas, as mães da década de 1940-50, as vilãs, as musas, as heroínas, passando pelas guerreiras modernas surgidas a partir da década de 1960, acompanhando de perto o movimento feminista e as transformações da sociedade, e chegando nas “descoladas” das décadas de 1970-80. Buscaremos entender como se deu a mudança de pensamento da sociedade sobre a questão da mulher e como esse pensamento pode ter influenciado a produção, em especial, das histórias de Rê Bordosa criada por Angeli.

Palavras-chave:
gênero, história em quadrinhos, sociedade, representações


5- A revolução na encruzilhada: uma análise da arte revolucionária do muralismo mexicano a partir da imagem: o homem controlador do universo, de Diego Rivera.

Rafael Hansen Quinsani
Mestre em História pela UFRGS
E-mail: rafarhq@yahoo.com.br

 

Resumo:
O artigo analisa o movimento muralista mexicano desenvolvido a partir do início do século XX. O centro da análise desenvolve-se a partir da obra de Diego Rivera Man at the crossroads looking with hope and high vision to the choosing of a new better future – realizada em 1932-1933 no Rockefeller Center em New York, tendo sido executada novamente, e rebatizada em 1934, no México como El hombre controlador del universo. O estudo destas imagens permite compreender como uma narrativa se configura num intercâmbio de memórias e de referenciais ao real, onde se constroem os discursos e as imagens.

Palavras-chave:
Mexicano; Revolução Mexicana; História e Imagem


6- As narrativas d’O Cineasta da Selva e a historiografia sobre Silvino Santos .

Vitória Azevedo da Fonseca
Doutora em História pela UFF
vitoria.azevedo@gmail.com

 

Resumo:
Neste artigo abordo as diversas dimensões dos discursos historiográficos, e/ou construções de memórias, criados em torno do cineasta Silvino Santos, que foram inseridos no filme documentário O cineasta da Selva, de Aurélio Michiles. O filme, pelas possibilidades de linguagem, consegue incorporar ao seu discurso dimensões conflitantes que comumente aparecem em construções historiográficas.

Palavras-chave:
Silvino Santos, cinema, história


7- Woody Allen e a dominação masculina: análise do filme Simplesmente Alice.

Edilson Baltazar Barreira Júnior
Mestre e doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará – UFC
Professor na Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará – ESMEC
Pesquisador do Núcleo de Estudos em Religião, Cultura e Política da UFC
edilsonbarreira@yahoo.com.br

 

Resumo:
O artigo analisa o filme Simplesmente Alice (Alice), escrito e dirigido pelo cineasta americano Woody Allen em 1990. O trabalho visa articular a análise com os conceitos de habitus e campo consoante foram cunhados pelo o sociólogo francês Pierre Bourdieu, em especial, na obra Dominação Masculina. Discutem-se também os estágios da existência presentes na obra do filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard, o estético, o ético e o religioso. No estético, significa considerar a vida um jogo e viver superficialmente e sem seriedade; no ético dá-se início a ironia e no religioso é que se exprime a verdadeira essência do homem, dando início a uma nova ruptura com a vida eterna.

Palavras-chave:
Woody Allen, dominação masculina, Pierre Bourdieu, Sören Kierkegaard, cinema, filosofias da existência


8- O fazer histórico enquanto fonte de legitimação para o poder na Roma do século II d.C.: a “Anábase de Alexandre Magno” de Arriano de Nicomédia.

André Luiz Leme
Mestrando, UFPR/PPGHIS
andreluizleme@yahoo.com.br

 

Resumo:
O presente estudo tem por base uma análise da obra Anábase de Alexandre Magno, escrita pelo grego Arriano de Nicomédia (cerca de 90 – após 145/6 d.C.) na primeira metade do século II d.C. Enquanto proposta historiográfica, o trabalho realizado por Arriano resgatava a memória da expedição de Alexandre rumo a conquista do reino persa, tornando o rei macedônio um exemplo de liderança. Propomos que o ímpeto desse resgate contemplava certos interesses do autor frente ao seu tempo, os quais o orientavam para uma reflexão de caráter teórica acerca das características e pressupostos de legitimidade do bom governante.

Palavras-chave:
Arriano de Nicomédia; Império Romano; Alexandre, o Grande


9- Pinturas Orientalistas – As odaliscas de Henry Matisse.

Profa. Doutora Muna Omran/Centro Universitário Plínio Leite
Professora de Teoria da Literatura
Doutorado em Literatura Comparada/Unicamp
m_omran@uol.com.br

 

Resumo:
A discussão em torno da construção da imagem do oriente no Ocidente tem suscitado vários caminhos nas pesquisas acadêmicas, desde os estudos de Edward Said, em Orientalismo. Neste trabalho analisaremos as pinturas da série Odaliscas, do pintor francês Henry Matisse, cujo interesse pelo Oriente surgiu em 1910, ao visitar a exposição “Obras-primas da arte muçulmana”, em Munique, Alemanha. Em 1912, o artista visitou a cidade marroquina de Tânger, repetindo a experiência de Delacroix (1798-1863) e de Jean-Auguste-Dominique (1780-1867), e assim tornaria o tema do Oriente como parte de sua obra produzida na década de 1920, observamos assim um diálogo com as personagens das várias histórias narradas por Sahrazad , em As Mil e Uma Noites.

Palavras-chave:
Orientalismo – Estudos Culturais – Cultura Árabe – Henry Matisse – Sahrazad (Sherazade) –As Mil e uma Noites


RESENHA: Sobrevivências, objetividade e ficção.

MUSSA. Alberto. Meu destino é ser onça. Rio de Janeiro - São Paulo: Editora Record, 2009, 272 pp.

Lucésia Pereira
Doutoranda PPGHST/UFSC
lucesia.pereira@gmail.com

 

Resumo:
O trabalho do escritor Alberto Mussa (1961) é voltado ao estudo de culturas e mitologias antigas. De acordo com Mussa, este interesse não é novo e já o fez cursar o mestrado em línguas africanas pela UFRJ onde se dedicou a análise do português falado pelos escravos no Brasil. Em seu mais recente livro Meu destino é ser onça, Mussa adentra no universo indígena do Brasil com a restauração de um mito Tamoio, como era também denominado o povo Tupinambá que vivia no litoral do Rio de Janeiro...



 

Cadastre seu e-mail em nosso boletim informativo e receba em primeira mão os avisos de atualização.

2010, História, imagem e narrativas.